Esse sou eu: alguém tentando resolver algo que, no papel, parecia simples — atender à NR-1 e às exigências sobre riscos psicossociais. Não era um projeto estratégico. Era uma obrigação. Daquelas que a gente quer cumprir direito e não transformar em problema depois.
Entrei no LinkedIn buscando respostas e encontrei excesso. Plataformas, laudos, consultorias, metodologias. Tudo parecia correto. Tudo parecia profissional. E, ainda assim, tudo parecia igual. Quanto mais eu lia, menos clareza eu tinha sobre o que realmente me protegeria se algo desse errado.
Foi aí que entendi o ponto central: cumprir a NR-1 não é o mesmo que estar protegido. A norma pode evitar uma autuação, mas não impede um afastamento, um B91 automático ou o impacto no FAP — nem responde à pergunta que sempre chega tarde demais: com base em quê vamos contestar isso?
Nesse momento, o discurso genérico perde valor. O que importa é evidência. Dado. Histórico. Capacidade técnica de demonstrar, ao longo do tempo, que o ambiente de trabalho é monitorado e controlado.
Percebi então que eu não buscava uma “solução de saúde mental”. Eu buscava proteção jurídica e previdenciária. E poucas ofertas se apresentam assim. A maioria parece feita para “passar na fiscalização”, não para sustentar uma defesa quando o nexo já nasce presumido.
Foi nesse contexto que conheci o SIGOMIND. Não como mais uma plataforma, mas como uma abordagem diferente: usar a NR-1 para gerar evidência científica e juridicamente utilizável. Menos relatório para arquivar. Mais dado para defender.
Hoje, diante da enxurrada de ofertas, aprendi a fazer outra pergunta. Não é mais “isso atende à NR-1?”. É: isso me protege quando o problema deixa de ser normativo e passa a ser jurídico, previdenciário e financeiro?
Porque a NR-1 não é o fim da conversa. É o começo. E tratar riscos psicossociais como checklist é confortável — e perigoso.